Diretores querem mudanças para humanizar trânsito nas imediações do Hospital Dilson Godinho

 Com o intuito de facilitar o acesso de pacientes, acompanhantes e visitantes às instalações do Hospital Dilson Godinho, a diretoria da Fundação de Saúde Dilson de Quadros Godinho encaminhou pedido à Empresa Municipal de Planejamento, Gestão e Educação em Trânsito e Transportes de Montes Claros (MCTRANS). Atualmente, cerca de 20 mil pacientes são atendidos mensalmente nas diversas unidades da instituição, sendo a maioria pacientes com casos de câncer provenientes de outros municípios da região e até do sul da Bahia.

Para verificar os pedidos, o presidente da MCTRANS, José Wilson Guimarães, enviou uma equipe até a entidade semana passada, recebida pelo superintendente da instituição, Antônio Cezar dos Santos, que explicou os principais pedidos e quais os problemas verificados no dia a dia. As instalações do Dilson Godinho ocupam praticamente a metade do quarteirão que fica entre a Praça (trevo) Engenheiro Joaquim Costa, Avenida Geraldo Athayde,  Rua José Antônio Rodrigues (antiga Rua Jacaracy) e  Rua Coronel José Alves, no Bairro Alto São João, numa área de 5.500 m².

No pedido enviado à MCTRANS, é solicitado estudo para implantação de projeto de humanização do trânsito com locais específicos para estacionamento de ambulâncias e novas regras para estacionamentos ao longo da Avenida Geraldo Athayde, com estabelecimento de horários permitidos nos dias e turnos de menor movimento, e faixa elevada para pedestres.

Quanto ao acesso às unidades do Hospital, que atualmente se dá por três ruas, foi solicitada uma atenção especial para o ponto de ônibus coletivo que fica na Avenida Geraldo Athayde, bem em frente ao acesso das novas instalações da Urgência e Emergência, que já estão em funcionamento. Também foi solicitada a limitação de trânsito no quarteirão que fica em frente ao acesso para as clínicas de Quimioterapia, Radioterapia e Hemodiálise, na Rua José Antônio Rodrigues (antiga Rua Jacaracy), com o objetivo de garantir a segurança.

Diariamente, em média, 1.400 pessoas passam pelo local e boa parte, oriunda de outras cidades da região, fica por horas na via pública aguardando ambulâncias, táxis e micro-ônibus para retornar às suas cidades de origem. A Fundação ressalta que a concentração tem aumentado consideravelmente nos últimos meses, em decorrência das restrições e protocolos de segurança exigidos para controle e combate ao Coronavírus COVID-19, exigindo a intervenção da Prefeitura por se tratar de área pública de uso comum.

Considerando a quantidade de pessoas que freqüentam as unidades de atendimento do hospital, os diretores aguardam um estudo que contemple todas as ruas do entorno. Computando funcionários, corpo clínico, estagiários, pacientes, acompanhantes e visitantes, quase três mil pessoas passam pelo local em direção ao Hospital. Além da questão de facilitar o acesso, também preocupa a necessidade de humanização no entorno, com placas educativas e de advertência sobre a área hospitalar, pedindo respeito e preferência aos pedestres, com mais paciência aos que estão com algum problema de locomoção.

 

______________

Texto : Leonardo Maciel // Foto: Sidney Cruz

Comentários

Mais do Educadora FM